Guia de Orientação e Defesa do Segurado Informe-se. Proteja-se melhor!
Cartilha lançada pela SUSEP para esclarecer dúvidas do segurado: O objetivo da cartilha é divulgar informações úteis sobre as empresas de seguros e seus produtos, para que os consumidores possam identificar suas necessidades e escolher entre as melhores alternativas do mercado.
Samel e Rocha marca presença em evento dos Corretores MAIS
Postado por samelerocha - Segunda 01 Agosto 2011 - 11:51:52
Turma de gerentes das Territoriais Mapfre e Corretores MAIS de várias partes do Brasil Em São Paulo, no Edifício Mapfre
A Samel e Rocha Corretora de Seguros virou corretora MAIS da Seguradora Mapfre, em janeiro de 2011, e participou do encontro CONEXÃO DIRETA COM A MAPFRE, de 12 a 14 de julho, em São Paulo.
As corretoras selecionadas conheceram as instalações de algumas empresas do grupo Mapfre, como a CESVI Brasil - Centro de Experimentação em experiência Viária, a Central de Relacionamento SIM 24 horas e Edifício Mapfre.
A corretora Patricia Samel Rocha Toledo participou junto com um time de 'Corretores Mais' de outras regiões do Brasil e conheceu funcionários de vários setores da Mapfre; assistiu palestras e recebeu treinamentos. "Ser Corretor MAIS é ter um diferencial para oferecer melhores serviços ao cliente: a Samel e Rocha foi escolhida como uma corretora especial; por isso MAIS, dentro da Mapfre!", explica.
Para o Gerente da Sucursal Niterói da MAPFRE Seguros, Antonio Carlos de Azevedo Faria, o evento contribuirá para os negócios. "Acreditamos que tenha sido uma boa oportunidade para conhecer as principais unidades da companhia e seus executivos, o que certamente contribuirá para estreitarmos ainda MAIS nosso relacionamento e com isso aumentarmos negócios em conjunto".
Veja mais fotos:
Proteja-se das chuvas e raios!
Postado por samelerocha - Terça 06 Abril 2010 - 13:26:03
Nossa dica para você é: FAÇA seguro residencial e PROTEJA seus equipamentos das chuvas e raios
A Samel e Rocha separou mais um clipping de notícias para você ficar alerta com seu seguro residencial. Proteger seu patrimônio é mais barato que você imagina. Dentro do seguro de sua residência, você ainda pode contratar a cobertura por danos elétricos, que vai trazer tranquilidade na hora dos raios. Leia a matéria que saiu no O Globo:
PROTEJA-SE
Ó, raios! Dicas simples para não ter seus eletrônicos fritados por tormentas
Tempestades elétricas proporcionam belos espetáculos mas, além de matar, podem danificar equipamentos eletrônicos. Para proteger vidas e também computadores, TVs, equipamentos de som e outros dispositivos, basta tomar algumas precauções:
Desligue tudo: Qualquer engenhoca eletrônica que se queira salvar do risco de ser queimada caso caia um raio nas redondezas deve ser desconectada. Ou seja, não basta simplesmente desligar o equipamento no interruptor Liga/Desliga (On/Off). É preciso fisicamente desconectar o aparelho da tomada elétrica e, se for o caso, da linha telefônica do modem, do fio da TV a cabo ou da TV a satélite e do fio da antena convencional. Faça isso quando vir nuvens com cara de tormenta e, principalmente, antes de deixar a casa fechada em caso de viagem.
Conte os segundos: Para avaliar a urgência de desconectar os equipamentos, uma boa prática é tentar saber a distância aproximada entre um raio e o ponto onde você está. Conte os segundos desde o momento em que vê o clarão do relâmpago até o instante em que ouve o som do trovão. Cada segundo significa cerca de 300 metros de distância. Assim, por exemplo, se contar 11 segundos, o raio estará a 3.300m (3,3km). Se esse intervalo de tempo for quase nenhum, então é melhor desconectar tudo bem rapidamente - os raios estão caindo perigosamente perto de você.
Não confie em estabilizadores: Estabilizadores de corrente previnem contra picos moderados de energia e flutuações no fornecimento elétrico. Mas um raio é muito mais poderoso e sua descarga rompe qualquer barreira de segurança. Para proteção máxima, só desconectando os aparelhos das tomadas mesmo.
No break: Para os casos em que não é possível desligar imediatamente o computador, mantenha sempre um no break entre a rede elétrica e o conjunto computador e monitor de vídeo. O no break tem uma bateria que é continuamente carregada e permite que o computador funcione por mais alguns minutos, o suficiente para salvar arquivos e sair do sistema da maneira usual. Continua valendo a recomendação de desligar fisicamente tudo, ou seja, no break deve ser desconectado da rede elétrica, mas o computador e o monitor precisam se manter conectados ao no break para você desfrutar dos minutos de energia extra.
Olho na bússola: Aprenda onde fica o Sudoeste. Tempestades de raios podem vir de qualquer direção mas, no Rio, é de Sudoeste que as mais fortes costumam vir. Quando houver vento de Sudoeste e nuvens escuras vierem dessa direção, fique alerta.
Nada de telefone: Evite usar telefone fixo durante uma tempestade de raios, bem como usar água corrente (chuveiro elétrico ou não, e lavar as mãos ou a louça). A descarga segue as fiações elétrica e telefônica, mas também os canos d'água. Usar telefone celular nesses momentos críticos também não é uma boa ideia.
(Fonte: Jornal O Globo)
É sinistro!
Postado por samelerocha - Quinta 01 Outubro 2009 - 10:01:25
Pequenos erros do cliente levam à perda da cobertura do seguro
A seguradora disse não. Atordoado com o prejuízo, o cliente reclama com a atendente de telemarketing, recorre à Justiça, cria um site de protesto. Muitas vezes sua briga é negada por erros do próprio segurado – erros que nem sempre são intencionais.
Todo contrato de seguro começa com um questionário que vai definir o perfil do usuário. É aquela folha de papel que receberá as informações mais importantes para determinar o custo da apólice. Aí, um cliente impaciente preenche as linhas sem capricho. Diz que é o principal condutor, quando todos os dias seu filho de 19 anos usa o carro para ir à faculdade. Afirma que tem garagem coberta em casa quando, na verdade, o carro é um sem-teto, dorme na rua. Deus o livre e guarde, mas se o pior acontecer...
– O segurado tem que se preocupar em passar as informações com transparência, pois seguradoras partem do princípio que o cliente age de boa fé ao fornecer seus dados. Ser coerente ao dizer qual a quilometragem média rodada por mês e preencher corretamente os endereços de casa e do trabalho, entre outra ações, evitam grandes aborrecimentos – afirma Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente de Planos Elementares da SulAmérica Seguros.
Intencional ou não, uma fraude é sempre uma fraude
As seguradoras têm seus motivos. Hoje, cerca de 10% das indenizações pagas são fruto de fraudes. É um valor significativo, pois apenas em 2008 foram gastos R$ 11 bilhões em cobertura por roubo de veículos no Brasil. Essa conta inclui desde acidentes criminosamente forjados até atos considerados lícitos pelos clientes, como assumir a culpa em uma colisão para reparar o carro de um terceiro que não tinha seguro.
– Às vezes o consumidor acha que agir assim é normal. "Seguro foi feito para isso", pensam. Muitas pessoas não entendem o que é uma fraude. No fim, todos pagam, pois tais práticas aumentam ainda mais o custo das apólices – diz Carlos Alberto.
Imprudência e falta de manutenção também levam à perda da cobertura
Seguradora pode considerar que o cliente aumentou o risco de acidente
As seguradoras também podem negar a cobertura caso seja comprovado que houve imprudência do motorista: sofrer um acidente por andar em alta velocidade sobre piso molhado, colidir ao avançar um sinal de trânsito ou por trafegar pela contramão, por exemplo.
Acidentes ou defeitos causados por negligência na manutenção do carro também podem levar à perda da indenização. É o que acontece quando fica comprovado que o motor quebrou por falta de óleo.
Em qualquer desses casos, cabe à seguradora provar que houve imprudência ou negligência. Este é o papel das equipes de vistoriadores treinados para detectar a falta de cuidado.
Dois atingidos e um fujão
A maioria das negativas envolve terceiros. Eis um exemplo real: um carro seguia por uma via expressa quando foi abalroado por outro. O automóvel atingido foi jogado para cima de outro veículo, mas o carro que deu início à confusão fugiu.
O dono do segundo veículo atingido solicitou a cobertura do terceiro à sua seguradora, mas havia um detalhe: o boletim de ocorrência, no qual ambos narraram que a culpa cabia a um motorista que sequer parou. A indenização ao terceiro foi negada.
Opções erradas na hora de fazer um contrato também podem causar prejuízos. Para baixar o preço pago pela apólice, o médico Luiz Henrique Rocha optou por um seguro com franquia elevada, que é o valor pago pelo cliente em caso de sinistro. Mês passado, seu Mégane derrapou na pista suja de óleo e bateu em um barranco:
– Tive que pagar R$ 3.900 de franquia, o triplo do normal para meu carro e perfil. Achava que jamais usaria o seguro e, por isso, não me importava com o quanto teria de pagar em caso de acidente.
Como não correr riscos de perder a cobertura:
• Clareza, sempre: O questionário que define o perfil do cliente é uma ficha importante. Ponha sempre os nomes completos, tenha atenção às letras miúdas, não minta ao dizer a quilometragem rodada por mês e enumere corretamente quem são os principais condutores do veículo.
• Ajuda profissional: Um bom corretor de seguros pode fazer toda a diferença na hora da contratação, auxiliando no preenchimento dos dados e prestando atendimento em caso de sinistro. Seguradoras de renome promovem treinamentos para esses profissionais.
• No olho da rua: Se o carro fica estacionado na rua, é melhor dizer isso na apólice do que inventar uma garagem de mentira. Se o preço subir demais, vale a pena procurar um estacionamento privado na vizinhança e fazer um orçamento.
• Onde você mora? O carro dorme em Bangu, mas na apólice consta o endereço da casa de praia em Arraial do Cabo, aquela para onde a família só vai no carnaval e na Semana Santa. O contrato vai ser bem mais em conta, mas não vale o risco de perder o direito à cobertura em caso de roubo ou mesmo acidente.
• Em nome do pai: Se o pai é o titular do seguro mas quem usa o carro é o filho, o rebento deve ser citado como principal condutor. De nada adianta pagar menos e perder o direito à indenização em caso de acidente, ainda mais se o sinistro envolver terceiros.
• Bons modos: Sabe aquela bandalha "inocente" que corta um pedaço e tanto do caminho? Se você bater nessa manobra, a seguradora poderá negar a cobertura, pois o motorista se expôs a uma situação de risco. O mesmo acontece se o condutor provocar um acidente por dirigir embriagado.
Fonte: Reportagem de Eduardo Sodré em matéria do caderno "CARROetc" do jornal O Globo de quarta-feira, 19 de agosto de 2009
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